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Qualidade do ar comprimido: o que avaliar no sistema?

A qualidade do ar comprimido vai além da pressão indicada no manômetro. Mesmo quando esse valor está ajustado, água, partículas e óleo podem circular pela rede e comprometer o desempenho dos equipamentos.

Por isso, avaliar o sistema exige observar o caminho completo do ar: geração, tratamento, distribuição e consumo. Cada etapa interfere nas condições entregues ao processo industrial.

Nesse contexto, entender os contaminantes presentes e as necessidades de cada aplicação é o primeiro passo para definir o tratamento adequado.

O que define a qualidade do ar comprimido?

A qualidade do ar comprimido está relacionada à presença de contaminantes, principalmente partículas sólidas, água e óleo. Quanto desses elementos pode estar presente depende das exigências da aplicação.

Uma atividade pode tolerar condições que seriam inadequadas para outra. Portanto, o tratamento deve partir dos requisitos do equipamento e do processo, especialmente quando o ar entra em contato com o produto.

Além disso, pressão e vazão precisam ser compatíveis com o consumo. Embora não indiquem a pureza do ar, essas condições também fazem parte da avaliação do desempenho do sistema.

Umidade: um cuidado essencial com a qualidade do ar comprimido

O ar atmosférico contém vapor de água. Após a compressão, o resfriamento pode transformar parte dessa umidade em água líquida, formando o condensado.

Quando permanece na rede, essa água pode favorecer a corrosão e prejudicar componentes pneumáticos. Assim, o problema pode percorrer a linha e alcançar diferentes pontos da operação.

Para controlar a umidade, o sistema pode precisar combinar três funções:

  • Secagem: reduz a umidade do ar conforme as exigências do processo.
  • Separação: retira gotículas de água transportadas pelo fluxo.
  • Drenagem: descarrega o condensado acumulado.

Essas etapas se complementam. Por isso, separar e drenar água líquida não substitui a secagem quando a aplicação exige controle do vapor de água.

Separador Cyclone DC7: remoção de gotículas de água

Entre as tecnologias TLV fornecidas pela Disparco, o Separador Cyclone DC7 utiliza o efeito ciclônico para separar o condensado carregado pelo fluxo de ar.

DC7 Separador

Construído em aço inoxidável, o equipamento atua na separação da água líquida. Dessa forma, pode integrar o tratamento do ar comprimido, conforme o dimensionamento e as condições da instalação.

Purgador JAH7RG: drenagem de condensado na linha de ar

Depois de separado, o condensado precisa ser retirado do sistema. O Purgador JAH7RG Mecânico de boia é um equipamento com aplicação em drenagem de linha de ar.

JAH7RG Mecânico de Boia

Assim, pode compor os pontos de drenagem previstos na instalação. A seleção deve considerar a pressão de operação, a quantidade de condensado e as condições de descarga, para que o equipamento atenda às necessidades do processo.

Partículas e óleo também afetam a qualidade do ar comprimido

Poeira, ferrugem e resíduos podem circular pela tubulação, causar desgaste e comprometer componentes. Dependendo da aplicação, também podem contaminar o processo ou o produto.

Já o óleo pode aparecer em diferentes formas, como gotículas e vapor. Consequentemente, a escolha da filtragem precisa considerar o tipo de contaminante e o nível de remoção exigido.

Por exemplo, drenar óleo líquido junto ao condensado não equivale a remover óleo em vapor. Portanto, o tratamento deve reunir as etapas necessárias para atender à aplicação.

A qualidade do ar comprimido precisa chegar ao ponto de uso

O cuidado continua após o tratamento. Afinal, as condições da tubulação, a manutenção e o acúmulo de condensado podem interferir no ar que chega aos equipamentos.

Por isso, a avaliação deve alcançar o ponto de uso, onde o ar é efetivamente consumido. Também é necessário verificar a pressão e a vazão disponíveis durante a operação.

Essa análise ajuda a relacionar as condições da rede às necessidades do processo, considerando o sistema como um conjunto.

Válvula redutora ACOSR-10: controle da pressão de utilização

Para adequar a pressão à aplicação, a Disparco fornece a Válvula redutora ACOSR-10, desenvolvida para reduzir e controlar a pressão em sistemas de ar.

Válvula redutora de pressão ACOSR-10

O DC7 separa as gotículas de água do fluxo de ar, o JAH7RG realiza a drenagem do condensado e a ACOSR-10 controla a pressão. Dessa forma, os três equipamentos cumprem funções complementares no sistema de ar comprimido.

Cada processo exige um tratamento de ar comprimido

A escolha dos equipamentos deve considerar os contaminantes presentes, os requisitos da aplicação e as condições de operação.

Além da instalação, é necessário acompanhar o funcionamento do tratamento e manter os cuidados com a rede. Dessa maneira, a análise considera tanto os equipamentos selecionados quanto as condições entregues ao consumo.

Conte com a Disparco para avaliar o sistema

A qualidade do ar comprimido começa com o entendimento do processo. Avaliar geração, tratamento, distribuição e consumo permite identificar os pontos que precisam de atenção e orientar a seleção das tecnologias adequadas.

Entre em contato com a Disparco e conheça as tecnologias para separação de condensado, drenagem e controle de pressão em sistemas de ar comprimido.

vendassjc@disparco.com.br

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